O Dia Mundial contra a Pneumonia foi sexta-feira assinalado, numa altura em que em cada vinte segundos uma criança morre desta doença, fazendo com que mais de 1,5 milhões de menores morram anualmente, uma cifra que podia diminuir drasticamente através da vacinação.
Segundo dados divulgados em Genebra, Suíça, a pneumonia é a principal causa de morte de crianças até aos cinco anos em todo o mundo, matando mais que a sida, malária e sarampo, apesar de a doença ser previsível.
A vacina contra a bactéria responsável pela pneumonia existe há várias décadas em todo o mundo desenvolvido, mas os países mais pobres não têm recursos para comprá-la e administrá-la.
As crianças dos países em desenvolvimento têm 89 vezes mais possibilidades de morrer devido à pneumonia do que os menores dos países ricos.
É por isso que no Dia Mundial contra a Pneumonia a Aliança Mundial para a Vacinação e Imunização, da qual fazem parte vários Estados, o Banco Mundial, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a UNICEF, entre outros parceiros, alerta para a necessidade urgente de se encontrar fundos que garantam uma vacinação alargada.
"A pneumonia é uma doença abandonada, quando periodicamente é uma das mais mortíferas. O problema é que em 96 por cento dos casos ocorre num dos 68 países mais pobres do mundo", disse em conferência de imprensa Olivier Fontaine, do departamento infantil da OMS.
Actualmente, só dois países subdesenvolvidos - Gâmbia e Ruanda - introduziram a vacina graças a um donativo internacional.
O objectivo é que, até 2015, 40 outros países passem a dispor também da vacina, mas de momento só existem fundos para financiar a compra e distribuição de vacinas em 19 países, incluindo Nicarágua, Quénia, Serra Leoa e Yemen.
A meta deste programa é vacinar aproximadamente 130 milhões de crianças até 2015 e salvar a vida a 900 mil menores.
Desde 1990, a comunidade internacional logrou diminuir em um terço a mortalidade infantil com a introdução da vacina contra a pneumonia, mas o objectivo agora é reduzir em dois terços.
Segundo dados divulgados em Genebra, Suíça, a pneumonia é a principal causa de morte de crianças até aos cinco anos em todo o mundo, matando mais que a sida, malária e sarampo, apesar de a doença ser previsível.
A vacina contra a bactéria responsável pela pneumonia existe há várias décadas em todo o mundo desenvolvido, mas os países mais pobres não têm recursos para comprá-la e administrá-la.
As crianças dos países em desenvolvimento têm 89 vezes mais possibilidades de morrer devido à pneumonia do que os menores dos países ricos.
É por isso que no Dia Mundial contra a Pneumonia a Aliança Mundial para a Vacinação e Imunização, da qual fazem parte vários Estados, o Banco Mundial, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a UNICEF, entre outros parceiros, alerta para a necessidade urgente de se encontrar fundos que garantam uma vacinação alargada.
"A pneumonia é uma doença abandonada, quando periodicamente é uma das mais mortíferas. O problema é que em 96 por cento dos casos ocorre num dos 68 países mais pobres do mundo", disse em conferência de imprensa Olivier Fontaine, do departamento infantil da OMS.
Actualmente, só dois países subdesenvolvidos - Gâmbia e Ruanda - introduziram a vacina graças a um donativo internacional.
O objectivo é que, até 2015, 40 outros países passem a dispor também da vacina, mas de momento só existem fundos para financiar a compra e distribuição de vacinas em 19 países, incluindo Nicarágua, Quénia, Serra Leoa e Yemen.
A meta deste programa é vacinar aproximadamente 130 milhões de crianças até 2015 e salvar a vida a 900 mil menores.
Desde 1990, a comunidade internacional logrou diminuir em um terço a mortalidade infantil com a introdução da vacina contra a pneumonia, mas o objectivo agora é reduzir em dois terços.
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